
Por Gustavo Spadotti - Chefe da Embaapa Territorial Confesso que quando saiu o grupo do Brasil, minha primeira reação não foi sobre o Vini Jr. ou se o Neymar seria convocado. Foi sobre fosfato!!! Quando você trabalha com inteligência #territorial estratégica e análise do agronegócio, é impossível ver a camisa de Marrocos entrar em campo no sábado e não pensar que eles tem as maiores reservas de rocha fosfática sedimentar do planeta, insumo crítico para os fertilizantes que alimentam a nossa lavoura pela extração da OCP Group. O Brasil importa mais de US$ 14 bilhões em fertilizantes por ano. E esses dois países vão se encontrar em Nova York no sábado, 13 de junho. É futebol. Mas também é #geopolítica do agronegócio. Por isso, durante toda a Copa do Mundo 2026, vou publicar aqui uma série. A cada jogo do Brasil, uma análise de comércio exterior bilateral. Quem somos nós para cada adversário no tabuleiro do agronegócio global? O que exportamos, o que importamos, onde há oportunidade real e onde há risco estrutural? Com método. Com dados. Com a lente da inteligência, gestão e monitoramento territorial estratégico que é o DNA da Embrapa Territorial. Porque território não é apenas chão. É decisão. E cada adversário em campo é também um parceiro em potencial no tabuleiro que realmente importa. 👇 Qual dos três primeiros adversários do Brasil tem o relacionamento comercial mais subestimado conosco? #ComexNaCopa #EmbrapaTerritorial #AgronegócioGlobal #CopaDoMundo2026 #GeopolíticaDoAgro #InteligênciaTerritorial Embrapa

